A máscara que hoje caiu diante de meus olhos, me fez pensar em como serão as pessoas por debaixo de tal, suas verdadeiras faces expostas à vida
Será que um dia isso ira acontecer, viver sem mascaras,
Seria aproveitar a vida com menos desdenho,
E as máscaras remanescentes, só serviriam para serem jogadas ao vento,
Tantas coisas jogadas; palavras, gestos, caricias,
Coisas que poderiam fazer de um ser tão feliz, alguém tão solitário, talvez o universo conspire contra a nossa união,
O grande universo, mas belo não existi, as estrelas me lembram as noites mal dormidas pelo simples fato de não saber onde me encontro, absorta em pensamentos, inconfundivelmente perdida em mentiras,
E em que ele se baseou? Em sua forma de vísceras vulgares?
Apodrecendo, putreficado em seu lar de gozo.
Não viveu a vida, pois sempre usava sua máscara,
Sob o efeito de seu maior amigo e inimigo o álcool, beijando bocas alheias
Negra paixão que consome meu ser, que teimo em desse veneno tomar,
Há! A maior dor se encontra na alegria, pois quando ela se esvai, ali permanecemos e caímos diante de tal força.
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