sábado, novembro 6

Noites...

E o doce toque de suas mãos
Se deleitando em meu rosto, caricias....
São falsas emoções, fingidas,
Um amor incompreensível, uma forma de amor
Tão desordenada, mais vazia do que a solidão
Mais gélida do que o coração de um defunto.

Grande é a tristeza que invade meu ser errante,
Minha pele tocando a sua tornando-a mais vibrante
Encontro-me em um estado vegetativo, não há, mas motivos pra pensar deleitar- me junto á ti,
Invasão, confusão não sei, mas é como se eu tivesse
Me perdido, ou nunca me encontrado.

A ti me entreguei de bom grado, não entendo a maldita
Obsessão que sinto por você, que coisa mais inútil.
Sinto-me um objeto, um simples objeto que você pegou
Pra olhar, só pra matar a curiosidade e destruir seu desejo,
Sem motivos, sem porque, só um desejo.

Minha alma implora pela sua, clama por seu toque;
Canso-me de lembrar, choro ao rever certas cenas,
Penso em tudo o que ocorreu, tudo o que poderá ocorrer,
Jamais tiveram forças pra ocorrer,
Não sei o que pensar ou como pensar, simplesmente irresoluta.

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