És tu meu maior vicio e não lhe culpo por tal,
Pois sempre lhe desejei de tal modo,
Não se culpes jamais
Pelo que sinto por ti ó amor meu,
Pudera eu manusear meus sentimentos.
Não quero que sofras por fantasmas do passado,
Pois eles também me fazem visitas constantes,
E deveras estou me acostumando,
Visitas que por algumas noites me
Deixaram em sonolência,
Às vezes me raptam de um sonho
E transformam tal em pesadelo.
Já não é novidade viver sem te-lo
Só não sumas de meu cotidiano,
Pois sem ti cairei em um abismo profundo
Onde já não há esperanças,
Onde nenhum sonho de criança
Poderá me salvar.
Talvez eu nunca retorne de tal
Abismo que por muitas vezes
Já me aconchegou me expulsou
Fazendo-me ver as coisas que tanto temia
Creio estar oca, vazia.
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